A pontuação faz toda diferença
Por Luís Flávio Gomes
“Um homem muito rico estava bastante mal. Pediu papel e caneta e escreveu: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.” Morreu antes de colocar a pontuação na frase. Pergunta-se: a quem deixava ele a sua fortuna? Eram quatro concorrentes.
1. O sobrinho fez a seguinte pontuação:
– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
2. A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
– Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
3. O alfaiate pediu a cópia do original e pontuou:
– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.
4. Um descamisado da cidade fez esta interpretação:
– Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres [todos os bens aos pobres]”.
Nossos comentários: um dos deveres da nossa existência é colocar pontuação (regramentos) na nossa vida. Muda radicalmente o sentido das frases (e da própria vida) quando elegemos uma interrogação, uma exclamação ou um ponto final. Assim são as frases e assim é a nossa vida. Nós é que colocamos os pontos nelas. Muitas vezes porque há uma dúvida, outras porque existe regozijo a proclamar. A mais infinita tragicidade, no entanto, sem sombra de dúvida, pode estar reservada ao ponto final.
Bibliografia: professorlfg.jusbrasil.com.br/artigos/121932631/a-pontuacao-faz-toda-diferenca
Aluno: Tandara Costa Pilar
Parabéns, colega!!!
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